
A Batalha de Arouca travou-se nos campos de Santa Eulália em 1102. D. Henrique juntou ao seu exército as gentes de Egas Moniz e venceram os Muçulmanos de Lamego nesta batalha liderados por Echa Martim. Este foi capturado e acabou por se converter ao catolicismo, e D. Henrique nomeou-o senhor de Lamego
Santa Eulália é uma freguesia do concelho de Arouca, com 18,31 km² de área e 2 340 habitantes (2001). Densidade: 127,8 hab/km².
Nela estão situadas seis capelas uma igreja e muitos outros pontos de interesse o seu orago é Santa Eulália.
Capela de São João de Valinhas, Capela de São Mamede, Capela de Santo André, Capela Nossa Senhora da Ouvida, Capela Santa Maria do Monte e Capela de Santo António.
Nela estão situadas seis capelas uma igreja e muitos outros pontos de interesse o seu orago é Santa Eulália.
Capela de São João de Valinhas, Capela de São Mamede, Capela de Santo André, Capela Nossa Senhora da Ouvida, Capela Santa Maria do Monte e Capela de Santo António.
No domingo 10 de Fevereiro de 2008 demos inicio a primeira de muitas rotas das capelas em btt existentes no vasto e rico concelho de Arouca.Saímos como sempre das Portas do Milénio em Arouca, em direcção a Igreja Matriz de Santa Eulália.
O monte S. João de Valinhas deve o seu nome a uma pequena capela seiscentista implantada no topo e situa-se na freguesia de Santa Eulália, Arouca. A sua cota altimétrica máxima é de 448 metros . A sua localização, com um amplo domínio sobre o vale de Arouca, propiciou desde a antiguidade a fixação de comunidades humanas à semelhança do que aconteceu em outros castros e castelos do Norte do nosso país.A existência no monte de Valinhas de um povoado castrejo, a que sucedeu um castelo medieval, é testemunhado, pelos vestígios arqueológicos existentes e pelas alusões que lhes são feitas nos documentos medievais e por uma longa tradução popular, que ainda hoje designa como castelo o cabeço onde de facto o mesmo existiu. Existem estórias de tesouros (grades de ouro) e lendas de um longuíssimo túnel que ligaria Valinhas à torre tardo-medieval de Lourosa de Campo, na freguesia do Burgo, no lado sul do vale de Arouca.As escavações arqueológicas aí levadas a cabo, ainda insuficientes, não deixam dúvidas quanto à existência de um Castro habitado desde o início do primeiro milénio a.C., bem como relativamente à existência de um castelo medieval.
O local terá sido deixado ao abandono no século XIII e da referida ocupação humana, as ainda escassas escavações têm posto a descoberto importante espólio arqueológico de diferentes períodos e ocupações.Ou porque as invasões deixaram de ter lugar e não se justificava já a ocupação de locais estratégicos de defesa, mas também por acção da romanização que foi empurrando as populações para os vales férteis, existe no sopé do monte um lugar chamado Crasto , de origem muito antigo, muitas vezes referido em documentação medieval.Do espólio encontrado no Castro de Valinhas sobressaem, pela quantidade, escórias de ferro que prever a existência de uma fundição, de milhares de fragementosde cerâmica de épocas, e também de vidro. Pela raridade, sobressaem fragmentos de lâminas de facas, pontas de seta e moedas romanas, contas de colar e mós circulares. O achado arqueológico mais significativo é, no entanto um alfinete de vestuário de prata dourada,datado dos sáculos I a III.







